“A Árvore da Vida”

TC

“A Árvore da Vida”, de Terrence Malick, melhor filme em Cannes este ano (Palma de Ouro), deve chegar em breve ao Cinemark, mas sábado passei no 7 Arte e tinha DVDs piratas disponíveis do filme, tentei resistir, mas não consegui, trouxe pra casa e assisti ontem.

Agora à noite, li o que disseram alguns críticos sobre o filme, que eu não gostei, como ocorreu com Melancolia. Pra ser franco, tive dificuldade em apreendê-lo. Os críticos mais uma vez se dividiram radicalmente (como com relação à Melancolia, de Lars Von Trien), uns o acharam o máximo e outros uma droga.

Para melhorar minha compreensão de “A Árvore…” recorri à leituras a partir de o Google. Ter de fazer isso depois de 40 anos vendo filmes é deprimente. Consolou-me, contudo, saber que mais gente achou o filme de Mallick um engodo, que exala falsa profundidade e falsa arte.

O mesmo se aplica a Melancolia, de Lars Von Trier, que comentei rapidamente outro dia aqui. Aliás, ambos tem muito em comum,  principalmente, uma pretensão megalomaníaca (muito mais no filme de Mallick) que encanta os novidadeiros e vanguardeiros de plantão, sempre prontos a aplaudir até mesmo o que não compreendem.

Abaixo link para texto de Escorel sobre “A Árvore…”, com o qual me identifiquei.

Por Eduardo Escorel

“A árvore da vida” – reação de quem lê

Ter escrito que A Árvore da Vida é uma xaropada pretensiosa – o que realmente acredito ser o caso, embora meu amigo Nilton ache que não – teve a vantagem de provocar manifestações variadas e divergentes de leitoras e leitores. Em mais de 200 posts publicados desde dezembro de 2009, foi a primeira vez que recebi tantos e-mails, alguns de amigos, outros de alunas e também de pessoas que não conheço.

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