“Um romance que não pode deixar de ser lido”

Por Rubem Fonseca

Li o Diário da guerra do porco em 1969, numa edição da Emecé. Até hoje, mais de 40 anos depois, ainda guardo uma forte recordação do livro.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Francisco Sobreira 21 de dezembro de 2010 16:47

    É, de fato, um grande livro, que já li umas 3 vezes. Gostei muito de saber que Rubem Fonseca gosta mais dele do que de A Invenção de Morel, pois é o que ocorre comigo.

    • Tácito Costa 21 de dezembro de 2010 18:03

      Sobreira, são dois excelentes livros. Mas eu prefiro A Invenção de Morel, sobre o qual Borges disse:”Discuti com o autor os pormenores da trama e a reli; não me parece uma imprecisão ou uma hipérbole qualificá-la de perfeita”. Mas não é porque Borges disse isso que o prefiro – rs, é que esse livro impressionou-me muito quando o li.

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