2012 – O Ano da Profecia (uma ova!)

Terminadas as obrigações da manhã, permitam-me os leitores um desabafo chulo, rasteiro e infantil, para respeitar a essência do filme 2012 – O Ano da Profecia. Esclareço de antemão: reconheço o conceito e ideal do blockbuster. Mas há que se estabelecer um limite entre filmes comerciais bons e ruins. E o diretor Roland Emmerich produziu um filme desprezível sob todos os aspectos. Pior é que li críticas elogiosas. Não sei como isso possa acontecer. Não conseguir pinçar absolutamente nada de bom. Atuações pífias, efeitos especiais pobrérrimos, roteiro previsível, diálogos infantilizados. Mas o pior é querer filosofar em cima do poder da fé sob argumentos tão bestas. Pelamordedeus. Já fiquei com medo de ver Avatar.

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