Caio Fernando Abreu e seu guardião

A primeira vez que ouvi – ou melhor, que li – o nome do Gil Veloso, foi quando Caio Fernando Abreu publicou seu último livro, “Ovelhas Negras”, em 1995, obra dedicada a Lygia Fagundes Telles e ao tal Gil, a quem o escritor chama de anjo da guarda.

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