5Years

Caros Colegas,

Já nos aproximamos do primeiro lustro substantivo e do fim de mais um ano. Melhoramos muito ao longo desse tempo. O SP ganhou mais colunistas, cara nova e espaço generoso para comentários. A poesia teve o destaque que merece do lado direito. A agenda sempre atualizada com a participação ativa dos colunistas, leitores e comentadores faz do substantivoplural um espaço único de discussão , troca de informação e formação de leitores.

Gosto muito da nossa nova cara. Dos incrementos introduzidos recentemente no site, penso que os comentários poderiam ser mais parcimoniosos e sucintos. Vejam só: No espaço reservado para comentários cabe dez comentários se eles forem sucintos e objetivos.

Também sou de acordo que o retrato três por quatro do editor Tácito deve retornar. Serve para ajudar a espantar mosquito como diz o amigo Gustavo.

Como colunista e participante do blog desde a primeira hora, estou feliz e contente com o nosso convívio e participação ativa na vida cultural da cidade.

Um forte abraço a todos os pluralistas e leitores.

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 7 comentários para esta postagem
  1. Jóis Alberto 9 de novembro de 2011 12:53

    Ok, Godot Silva! Mas, antes, acho que é necessário relembrar algumas coisas. Como começaram essas polêmicas? Quando eu escrevi um comentário mais crítico a um poema seu, aqui no SP, pensando, equivocadamente, que seu nome fosse um pseudônimo, alguém querendo se esconder com um falso nome para ficar no anonimato, coisa que, regra geral, só se admite em situações excepcionais, como por exemplo quando se trata de inscrição em concurso literário, ok?
    Você respondeu, em tom crítico, mas esclareceu que não se tratava de falso nome. Escrevi tréplica, ainda em tom crítico, com algumas farpas, com por exemplo contra o seu abusivo uso da língua alemã, mas ao mesmo tempo reconhecendo que eu havia me equivocado e portanto estava recuando. No entanto, pela experiência que tenho com essas coisas, sabia que qualquer texto que eu publicasse aqui, seria alvo de suas críticas, por evidente retaliação. Dito e feito! Não deu outra. E vieram novas controvérsias, bate-boca…
    Agora, com um dos seus comentários, parece que você propõe uma trégua, propõe parar – se for, eu aceito, não por temor, mas por achar desonesto, medíocre, criticar com ressentimentos, com rancor… Isso é comum de ocorrer, mas deve ser evitado, em nome de uma convivência civilizada, porque, como eu já havia dito anteriormente, respeito é bom e eu gosto – da mesma forma que você e todos os outros/as que participam do SP também desejam igualmente serem respeitados/as.
    Estou sugerindo, com isso, que aqui só sejam postados elogios, comentários louvaminheiros? Claro que não, porque se muitas vezes elogios fazem bem ao ego, outras tantas vezes podem significar mediocridade, ao se limitar ao oba-oba, a trocas de confetes, a interesseiras adulações, a pegajosas bajulações, etc. Não só por isso é preciso cuidado ao se receber palavras elogiosas, ao se fazer elogio, mas também porque se este for encômio feito com exageros, por exemplo, mais do que ironia, pode assumir evidente conotação de crítica, exatamente pelo tom exagerado.
    Assim, aproveito para esclarecer que, anteriormente, não estava defendendo verso/paráfrase como se fosse uma obra-prima! Estava me defendendo de comentário que parecia ser uma insinuação maldosa –, polêmica também já superada, porque devidamente esclarecida e minha honestidade e integridade preservadas. O fato é que, embora eu tenha mais de 30 anos de atividades na vida literária da cidade e no jornalismo cultural, sou pouco conhecido ou desconhecido por pessoas das novas gerações que atuam nessas áreas. Se eu tivesse feito mais marketing pessoal, por exemplo, talvez não enfrentasse alguns problemas com gente subestimando minhas competências, talento, etc.
    Sim, o marketing pessoal, porque a princípio considero legítimo esse tipo de marketing – o popular ‘saber vender seu peixe’! O problema não é o uso, mas o abuso dessa ferramenta! Sair gritando pregões por aí, do tipo ‘quem vai querer comprar minha peça?’; ‘olhaí, gente, o meu show!’, ‘espelho, espelho meu, existe poema mais belo e inteligente que o meu?’, etc & etc.
    Mas aí, novamente, estou fazendo críticas! E é melhor guardar munições, porque trata-se de uma trégua! Mas não leve as palavras munição e trégua, ao pé da letra, porque não é no sentido literal, bélico! Também não pense que se trata de mero embate verbal, um duelo de espoleta!

  2. Godot Silva 9 de novembro de 2011 11:13

    Quando se fala em diversidade, lembro-me de José Ortega y Gasset; não pela diversidade, muito mais pelo circo que se forma com os furões de plantão. Esquece-se demasiadamente que todo o autêntico dizer não só diz algo, como diz alguém a alguém. Em todo o dizer há um emissor e um receptor… Escrever é triste. Impede a conjugação de tantos outros verbos. Os dedos sobre o teclado, as letras se reunindo com maior ou menor velocidade, mas com igual indiferença pelo que vão dizendo, enquanto lá fora a vida estoura não só em bombas como também em dádivas de toda natureza, inclusive a simples claridade da hora, vedada a você, que está de olho no computador, como dizia Drummond.

  3. Marcos Silva 9 de novembro de 2011 7:15

    Amigas e amigos:

    O SP é um bom espaço de diálogo. Colaboradores são diferentes uns dos outros e é isso que torna a vida melhor. Tácito edita sem reprimir: esse é o melhor dos mundos na imprensa.
    Abraços contínuos:

  4. Godot Silva 9 de novembro de 2011 0:05

    Tá bom, Jóis! É que já estava meio amarelado de beber Quilmes (cerveja) e me deparei com o seu comentário que me pareceu mais uma estrada. E aí, pisei no acelerador! Mas continuo achando que você pode ser mais sucinto. Apenas uma sugesta, visse! Agora vou mimi pensando em SIMONE, uma linda argentina que me enlouqueceu.

  5. Jóis Alberto 8 de novembro de 2011 21:04

    Godot Silva, o seu problema é que, para quem ostenta títulos de pós-doutor e poliglota, seu nível de argumentação é muito fraco, como comprova mais uma vez o seu comentário. E enquanto eu for jornalista profissional diplomado, com especialização em jornalismo cultural, além de ser poeta e ensaísta, e tiver espaço, aqui ou em outro lugar, serei implacável ao criticar mediocridades como a sua. Respeito títulos acadêmicos, porém o seu título de pós-doutor e sua arrogância, sua grosseria, não me amedrontam! Não tenho medo de insultos nem de enfrentar polêmicas. Se você critica, saiba que também será criticado! Jarbas Martins reconheceu, publicamente, que errou ao fazer o comentário anteriormente a meu respeito e afirmou, publicamente, em texto aqui, se referindo a mim: “(…) eu já te conhecia.com todo o talento que Deus te deu. li mal teu comentário, não prestei atenção ou não tomei conhecimento do que você dissera em comentário anterior. só. fica aqui o registro. faço aqui o reparo: os belos versos (quase um haicai) que eu me encantei não são da minha amiga, a talentosíssima Cláudia Magalhães. são do poeta, meu amigo e talentosíssimo Jóis Alberto.que tal um cafezinho à tarde na ADURN, poeta ?” E respondi a Jarbas que aceito as justificativas contemporizadoras e aproveitei a oportunidade para agradecer os elogios dele ao meu meu talento.

    Quanto ao facebook, felizmente não tenho o desprazer de ter você, Godot Silva, entre os meus amigos, então não sei como você ficou sabendo que eu postei os links dos textos lá. Mas isso não importa, porque não faço nada escondido, nem tenho duas caras. Não considero errado, porque, primeiro, existe aqui uma maneira – o botão ‘curtir’ – para linkar textos no facebook, dando a oportunidade de que outros possam interagir. Não fiz nenhum comentário, lá, que eu também não possa repetir aqui, com todas as letras e sem insinuações, porque sempre argumento a partir de fatos. Mas aqui cabe deplorar mais uma coisa e fazer uma pergunta: além de me agredir verbalmente, você quer instaurar a censura aqui no SP, no facebook, na internet? Devo lhe advertir, que, na adolescência, no final dos anos 70, não temi a censura da ditadura militar, ao publicar meus poemas e participar das lutas pela redemocratização do Brasil, por que iria me intimidar com suas censuras?

    Em relação ao tamanho dos meus comentários, alguns mais extensos do que o recomendável, Tácito Costa inicialmente deixou os comentários no local apropriado, outros textos meus ele editou na página principal e, no sábado passado, dia 5/11, enviou pra mim e-mail, no qual ele afirma: “amigo, por favor, quando o comentário for longo poste na página principal. grato e abç. Tácito”. No mesmo sábado, respondi: “Ok, Tácito! Mas como faço para postar na página principal?” No dia seguinte, ele respondeu: “Jóis, de duas maneiras e todas fáceis. Você entra com sua senha e login no blog, a forma que te recomendo porque o post já sai automaticamente com o seu nome. vi que você já é cadastrado, então facilita ainda mais. Você clica ali no topo, onde tem: “Usuário cadastrado clique aqui”. A outra forma é entrar clicando também no topo onde tem: “Escreve, clique aqui”. Abç. Tácito”.

  6. Godot Silva 8 de novembro de 2011 15:23

    Seus comentários, Senhor Jóis, são melosos, derramados, longos, enjoativos – TUDO – menos, bem escritos – Sinceramente –, Jarbas não era nem pra dar satisfação. Além de ter questionado no SP essa ridícula autoria, defendendo um talento que não tem, fez o maior escarcéu no facebook, tá sabendo Jarbas! Observe o que diz TC, sobre comentários: ”Concordo quanto aos comentários, que não deveriam exceder três ou quatro parágrafos, quando fica muito longo esculhamba a diagramação da página.” (Sic) Langweiliger Kerl! Noch nicht schreiben gelernt. Literatur und Journalismus – 30 Jahre verloren.

  7. Tácito Costa 8 de novembro de 2011 14:29

    Grato Damata. A minha foto é dispensável, todos já me conhecem e ainda tem a foto no perfil do Twitter. Quanto menos personalismo melhor. Se eu continuar com algum juízo não farei outra reforma gráfica mais nunca. A cada uma delas tenho de reaprender como insere coluna, banner, muda foto etc. Meus neurônios não agüentam essa retumba. Portanto, se prepare que vamos até o final dos tempos com essa cara – rs. Concordo quanto aos comentários, que não deveriam exceder três ou quatro parágrafos, quando fica muito longo esculhamba a diagramação da página. Mudo sua foto quando dominar novamente a técnica de se fazer isso. Nicolau me deu uma aula mas não consegui dominar a questão. Abç.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo