Semana que vem tem o Festival Potiguar Vila da Cachaça

Sabor, aroma, música, cultura, gastronomia e boas doses da ‘branquinha’. É pensando em aliar todos esses fatores que a Casa de Produção realiza no próximo dia 17 (sábado), no Salão Nobre da AABB em Natal-RN, a primeira edição do Festival Potiguar Vila da Cachaça.

Com abertura marcada para as 10h, o evento inclui em exposição, shows, demonstração, oficinas, bate-papos.

O Festival é voltado para todos os públicos, maior de 18 anos, é claro.

Estarão presentes produtores, cachacistas, distribuidores, vendedores, estudantes e colecionadores.

O objetivo da organização do evento é o intercâmbio de informações entre iniciantes e iniciados.

Entre as marcas participantes estão: Punaú Prata, Pátria Amada Cachaça Nobre, Papary, Gabi Cravo & Canela, Maria Boa, Gota Serena, Coração de Alambique, Natal City, Extrema e Mucambo.

Os ingressos podem ser adquiridos no Cantinho Sertanejo, na Avenida Afonso Pena, 585 – Petrópolis.

Preços: R$ 50,00 (casadinha) e R$ 30,00 (individual).

Na compra do ingresso, o visitante ganha um copo para degustação das marcas em exposição.

cachaca-brasileira3Programação:

Feira Vila da Cachaça

Quitanda de Frutas com parceria da Ceasa

Boteco da Vila

Café com Letras, com participação da Livraria Nobel e Café São Braz

Galeria Itajubá com a exposição coletiva dos artistas plásticos, Ewiton Moura (fotografia), Novenil Barros (pintura) e Uilo Andrade (xilogravura).

Oficina Ação de Valorização das Cachaças Potiguares Carta da Cachaça, com Anderson Faheina, consultor SEBRAE

Oficina O uso da cachaça na gastronomia, com o professor de gastronomia, Marcelo Labre, da Universidade Potiguar

Destilação em Alambique Artesanal com alambique e alambiqueiro da cachaça Pátria Amada

Cachaça Literária em Intervenção litero-musical com o cordelista José Acaci, presidente da Academia Potiguar de Cordel

Drinks com Cachaça pela Open Drink’s

Shows com Dodora Cardoso e roda de samba com Diogo Guanabara e Marcos Souto.

Breve história da cachaça

Você sabia que ela é também conhecida como ‘água que passarinho não bebe’, e que acompanhou a história do país desde a chegada dos portugueses?

Existem várias versões sobre o aparecimento da bebida e entre elas a de um potiguar.

O historiador Luís da Câmara Cascudo, no livro Prelúdio da Cachaça traça uma retrospectiva na jornada da aguardente no Brasil, afim de descobrir como surge o costume e a tradição da bebida que “serve para tudo e mais alguma coisa”.

A história registra que a primeira ‘branquinha’ destilada por volta de 1532 em São Vicente, onde também se consolidaram os primeiros engenhos de açúcar do Brasil.

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