A ‘censora’ de Guantánamo

Toda noite em Guantánamo, a major Diana Haynie coloca o chip da câmera do Estado em seu computador. Já virou rotina. Ela conta de sua vida enquanto passa de foto em foto, censurando as que considera “sensíveis”, como quem já fez isso zilhões de vezes com jornalistas do mundo inteiro. Ao final, depois de listar as imagens vetadas, dá uma folha para o Estado assinar, consentindo com a censura. Quem não assina, não fica na base.

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