A alquimia de Tunga

tunga

“Disposto a examinar a conjunção dos opostos, representado pelo andrógino, princípio cósmico simbolizado pelo erotismo, o artista pernambucano Tunga, que acaba de chegar da 3ª Bienal de Moscou, não usou desta vez todos aqueles frascos encontrados em laboratórios dos alquimistas do passado para construir sua Magnus Opus. Nas 30 aquarelas da exposição Quase Aurora, aberta a partir de hoje na Galeria Millan, sua investigação sobre a fixação do volátil na criação da matéria-prima alquímica usa apenas simples folhas de papel – a dos desenhos e a de um poema de Hölderlin, Des Morgens, criação literária em que o poeta romântico alemão celebra a aurora, pedindo ao sol que abençoe suas obras mortais.

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