A correspondência de Nabuco

“De certas figuras públicas às vezes se esquece que viveram a vida banal cotidiana e tiveram suas debilidades e sensações triviais. Joaquim Nabuco, o abolicionista, político e diplomata cuja morte completa cem anos no dia 17, é um desses personagens que, por imensos, parecem intangíveis. Mas os arquivos volta e meia lembram que foram gente e desvelam-lhes as facetas humanas.

As mais recentes de Nabuco surgem da correspondência trocada com o escritor e diplomata Graça Aranha, objeto de uma pesquisa de cinco anos de Anco Márcio Tenório Vieira, professor de pós-graduação em Letras da Universidade Federal de Pernambuco, em fase de finalização e que deve ser publicada em livro neste ano”. (Foto: Graça Aranha, Joaquim Nabuco e Magalhães de Azeredo – a partir da esq. – em Roma, em 1904)

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