A cultura do romance

a cultura do romanceDando uma incerta nas prateleiras da livraria, um livro me chama atenção, pelo volume, 1.100 páginas, e o título, “A cultura do romance”. Romance é um assunto que sempre me interessa. Sento e dou uma folheada. Por coincidência o texto de abertura é velho conhecido, o mesmo que está na Estante, “Em defesa do romance”, de Vargas Llosa, que eu importei, se não me engano, da revista Piauí. O livro é da CosacNaify, que dispensa apresentação, e além de ensaios sobre a gênese do romance, coletados por Franco Moretti, traz também transcrições de sentenças sobre censura a obras literárias como “Ulisses”, “Madame Bovary” e “O Amante de Lady Chatterley”. Curiosa é a sentença do juiz autorizando a entrada de “Ulisses” nos EUA. O juiz revela que leu a obra, a achou muito “chata”, mas que decidiu por sua liberação por considerar que os palavrões não eram gratuitos e obedeciam ao contexto da obra. “A Cultura…” é o primeiro de uma série de cinco volumes sobre esse gênero literário que é a minha paixão.

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