A estréia de Eduardo Valente está valendo

valente

“Tinha pouca gente no cinema, quando fui ver “No Meu Lugar”. Verdade que era a última sessão de quarta-feira, dia de futebol na TV. Havia cinco pessoas na sala, no início do filme. No final, três.

A impaciência que existe no Brasil com bons filmes é inacreditável. Se alguém fizer uma bobagem tipo Heitor Dhalia, aquela coisa publicitária mal disfarçada, não faltará quem ache muito interessante, “bem feito”, progressos, essa conversa mole. É o preço inviável que pagamos pelas novelas de TV como padrão ficcional.

Quando aparece um filme capaz de observar as pessoas, o mundo, dá-se uma apatia estranha em torno dele. Os defeitos ficam enormes e as virtudes parecem não importar.” Inácio Araújo

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