A felicidade no abismo

“Não tenho o vislumbre de me sentir ator. Tem gente que vive do próprio ego, a se carcomer”. Foto: Adriana Lorete

Ele queria a entrevista aos pés de um baobá, árvore sagrada para os africanos, cujo tronco monumental leva à sugestão de estar de cabeça para baixo. Não se tratava de um baobá qualquer, o que já não seria pouco, mas de um com o qual o ator João Miguel tem uma conexão. Profundamente ligado à natureza, sempre que pode visita o gigante de raízes fincadas no Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Mas a chuva torrencial não permitiu.

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