A grande novidade

“Nada do que foi será
De novo do jeito que já foi um dia”

(Lulu Santos/Nelson Motta)

Até que enfim, conheci ontem  o novo teatro de Natal, o “Riachuelo”. Afinal, não poderia perder o show de Lulu Santos, ícone dos meus velhos anos 80. E Lulu veio se apresentar desta vez num senhor equipamento cultural desta cidade, que há muito esperava por uma iniciativa dessa ordem.

O empresário Nevaldo Rocha acertou em cheio, assumindo o empreendimento com coragem, ousadia e sensibilidade.

O teatro tem qualidade. E muita. Acústica, iluminação, conforto… É tanto que o próprio Lulu Santos chegou a dizer que nem no Rio de Janeiro havia uma “casa” daquela qualidade. Não sei se há um certo exagero aí, mas o fato é que é preciso, já para ontem, pensar todas as maneiras de otimizar aquele espaço, trazendo espetáculos de dramaturgia, shows musicais de qualidade, inclusive de música erudita e Jazz (acho que está preparadíssimo para isso), contemplando, também, a boa prata da casa. Fico imaginando, por exemplo, um espetáculo do Clowns de Shakespeare ali…

Quanto ao show de Lulu, foi estupendo!

Quanto ao teatro, vamos pensar grande!

p.s. Dentre os nomes que eu, particularmente, gostaria de ver e ouvir no Teatro Riachuelo, cito alguns: Chico Buarque (é claro!); Milton Nascimento; Gilberto Gil; Caetano Veloso; Osesp (ou, pelo menos, alguns de seus componentes); Marisa Monte; Fernanda Montenegro; Wagner Moura; Clowns de Shakespeare (evidente!); etc. E (por quê não?) James Taylor; Plácido Domingo; Baremboim; Diana Krall; Jane Monheit; Michael Bublé …

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

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