A Mãe Gea

“Tu és pó e ao pó voltarás”.  Gênesis 3:19

Como és formosa apesar de todas as agressões. Te agrediram tanto que choras em ácido, aquece e estufa. Suas entranhas foram poluídas. A nossa maravilhosa água foi nitratada. Gea, residência do homem que te agride. Como são belas suas auroras e repousante teus crepúsculos. Escalei os teus cumes e naveguei nos teus mares. Banhei – me nos teus rios

Nós te destruímos e respondes com a primavera. Matas devastadas numa terra desolada. A Terra treme e despeja lavas. Açoitam e riscam a sua superfície. Tu que nos fornece abrigo, alimento e Vida. Nosso maior patrimônio. Nossa morada. Salve mãe Gea.

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

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