A maior galeria de arte a céu aberto do Brasil

cemitério

Em vez de entrar em contato com as obras de Oswald de Andrade, Mário de Andrade, Tarsila do Amaral e Monteiro Lobato em bibliotecas ou museus, por que não visitá-los pessoalmente?

Ué? Mas eles não estão mortos? Sim, por isso o ponto de encontro é o Cemitério da Consolação, em São Paulo, que desde 2001 organiza passeios monitorados.

Mais: aqui

(Bruno Hoffmann, in: Almanaque Brasil).

Brasileiro, nordestino, alagoano, advogado, cidadão comum, simples habitante deste planeta decadente... Rs... [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Ednar Andrade 3 de novembro de 2011 23:38

    Sei, querido, vivo e forte. Também estou com saudades de ti e de todos. E, olha, nos veremos, nos abraçaremos e, quem sabe, morreremos de tanto rir. Flipipa nos espera. Vais, né? Todos lá: vivos e mortos de saudade. Beijos, querido.

  2. Danclads Andrade 3 de novembro de 2011 22:50

    Boa noite, Da Mata. Também estou com saudades. Rapaz, não pensei ainda em um verso ou frase para por no túmulo, mas vou pensar… Apesar, dos cemitérios atuais transmitirem uma calma a ponto de nem parecer que estamos em um cemitério, ainda prefiro os antigos, com suas lápides, principalmente aquelas que semelham verdadeiras obras-de-arte. Da Mata, eu e Ednar moramos a 50 metros de um cemitério e nunca, jamais, um morto nos incomodou ou nos deu sequer um “boa noite”… Rsrsrs… Transmito sim, o abraço a Ednar e direi a ela que estás vivo… Rsrs… Abração!!

    PS: Da Mata, Ednar está dizendo que quando vieres aqui, fará questão de ir no muro do cemitério cantar uma loa contigo. Mas, isso só vale se Tácito também for. Sabes como ela é: faz piada de tudo. Pode uma coisa dessas? Só Ednar, hein? E olha, os defuntos daqui são bonzinhos. De vez em quando Julinha vem com uma flor e entrega a Ednar e quando esta lhe pergunta onde a encontrou, Julinha diz: “encontrei no cemitério e trouxe para você”… Rsrsrs…

  3. João da Mata 3 de novembro de 2011 19:28

    Dan, meu amigo. Saudades.
    Eu queria algo assim no meu Reino de Hades.
    E voce, qual o verso quer no seu túmulo. Ou uma canção?.
    Eu já escolhi a minha.
    Dan, voce gosta daqueles cemiterios antigos como se o morto quizesse viver?
    Ou daqueles sem túmulos como os atuais.
    Gosto muito do cemitério Marinho. Conheces?
    De todos os túmulos que visitei um me emocionou; o de Karl Marx, em Londres. Mande um abraço para Ednar. Diga a ela que estou vivo.
    Um forte abraço para voces!

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo