a Nei Leandro de Castro

“Sim, outrora eu era de aqui; hoje, a cada paisagem, nova para mim que seja, regresso extrangeiro, hospede e peregrino de sua presentação, forasteiro do que vejo e ouço, velho de mim”. FP Livro do Desassossego.

Amigo Nei, conterraneo e cumplice. Pouco ficamos juntos para saber do quanto nos gostamos.
Fico com os seus livros esparramados de gozo e da alegria de viver.
Ainda não foi possivel estender aquela toalha branca com os labirintos de Caicó e tomarmos aquele vinho recitando o Rubayat de Omar Khayam.
Estrangeiro em sua Terra voce parte novamente. Metade aqui. Metade lá. Dividido sempre.
Hoje completas setenta anos. Parabéns.
Poeta a se afogar em mares e amares entre Rio-Natal-Paris e Portugal.

Natal sua sala de embarque. Natal que não sagra nem consagra ninguém, alguém já disse.

Na vida vamos sendo engalhados por outros e outras que nos arrastam.

Vai meu irmão de Eros, Volúpias e Cruzes

” As palavras deixo contigo. Os gestos levo comigo são do bem que te queria”

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

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