A noite e o Vento

Por Nando José

Ouçam meu grito, pedindo e implorando perdão, pelas palavras ditas e não medidas, malditas e benditas, pelo pêso da cruz, concebida em pecados da carne, vulgar e barata de bordeis, de julgamentos alheios em devaneios, em faces de orgias em noites floridas e felizes, a te abraçar e dançar ao sabor do sereno da noite cálida, com um suave despertar em camas redondas e ornadas, com o perfume de teu corpo, moreno e macio, no deslizar da camisola translúcida a traduzir teu corpo, em bela e profunda harmonia, calo-te com um beijo suave e carinhoso, desabo e viajo ao teu ser em forma de um amante, viro-te, a te ver palas costas, bela,formosa e macia, e me debruço envolto em seus lençois, abraço-te e beijo-te a bela e envolvente bunda, suave e cheirando a flores silvestres, e eu feito um louco navego em tuas curvas, e aos poucos vou te devorando e naquele momento, só a noite e o vento lá fora, são testemunhas do ato pervertido de te comer.

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