A queda do muro de Berlim

“Michael Meyer sabe que, na maioria das vezes, escrevemos e pensamos a história como se ela fosse de algum modo inevitável, um clímax de grandes forças e estruturas que só podem levar aonde elas acabam levando. É uma visão tectônica da história, movida pela interação de forças gigantescas e incomensuráveis. Há toda uma mitologia triunfalista, criada em torno do evento catalisador que foi a queda do Muro, segundo a qual o fim do comunismo estava predeterminado por seus próprios defeitos. Sobre esse fim, o poderio militar americano ainda teria exercido um constrangimento fortemente persuasivo.”

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