A serviço dos objetos literários

Por Jaime Gonçalves Filho e Sônia Oliveira Pinto

Ainda por e-mail, ele segue a maior parte dos convidados e pede mais detalhes sobre o interesse na visita. Após as explicações, responde com outra pergunta, lacônica e receptiva: “E o que eu tenho que fazer?”. As portas virtuais ainda estavam entreabertas, quando dá um jeito de entregar a primeira confidência: “Vou ter que arrumar o escritório”.

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