A vida secreta de Marighella

No ano em que ex-guerrilheiro comemoraria centenário, documentário revela vida íntima do ícone da esquerda e traz rap inédito de Mano Brown.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 18 de agosto de 2011 12:27

    Já ouvi depoimentos da viúva de Marighela que evidenciam a grandeza pessoal do cara. Ela narrou, dentre outras coisas, que ele sempre dividiu as tarefas domésticas, MUITO ANTES dos debates feministas e similares. Revolução é também dia-a-dia. O documentário pode ampliar essa visão. No peito dos revolucionários também bate um coração.
    Mano Brown tem mais força em seu campo próprio. A recíproca, no que diz respeito a Carlos, é verdadeira. Mas acho legal que políticos façam poesia, até má poesia. Melhor que viverem como se poesia não existisse. O pior de Sarney não está em seus maus romances.

  2. Jarbas Martins 18 de agosto de 2011 10:26

    Clotilde Tavares, a genial poeta norte-rio-paraibense, lança hoje na Livraria Siciliano, às 1800 hs. o livro “O verso e o briefing”.Respeito muito o multifacetado talento de Clotilde que, como poucos, dedicou belos poemas a Natal, que a adotou.Ontem no Facebook fiz uma crítica a essa sua invenção de misturar arte e propaganda.Um blefe.Publiquei, à moda do cordel que ela adora, a minha crítica: “O cordel e a propaganda/ é de difícil união./Se um vem, outro desanda/ e lá se vai um encontrão./Nesses bizarros cantares/ só tem Clotilde Tavares/ que junta a cruz com o Cão.” (Fiz pequenas modificações nos versos).Beijos, Clotilde, do seu admirador e crítico.

  3. Jarbas Martins 18 de agosto de 2011 9:54

    Mano Brown e Marighella, pelo menos, na estética, não têm nada a ver,Marighella deixou uns poemas panfletários e propagandísticos que, se queimados, teriam feito um grande serviço à causa revolucionária.Propaganda e poesia, como expliquei ontem no Facebook a Clotilde Tavares, não combinam.No mais, concordo com Mano Brown (autor da música que encerra o filme sobre o guerrilheiro baiano) e Antonio Candido – Marighella era um homem profundamente identificado com a causa que abraçou.Seu nome, que ouvi pela primeira vez ser pronunciado numa célula esquerdista dos anos 60, soou-me como lenda.Até hoje soa, em que pese a sua estética stalinista.

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