A vida

martelo de juiz

Nada me é tanto, que eu não seja mais…
(Ednar Andrade).

A boca pro beijo,
Para o afago; as mãos…
Os olhos para falar,
O desejo do outro desejo

Para o silêncio; o segredo
Para os dentes; o riso
Teu porto, meu abrigo
Sussurro é gemido…

Da noite; o deserto
Remanso é sossego…
Do amor; o perigo
Do martelo; o prego.

A boca; as mãos,
Os olhos; o olhar
Desejo, silêncio e segredo…
Dentes sem riso,

Porto em desabrigo;
Desassossego; o deserto
…E o perigo? a vida,
O amor (…) O medo.

Comentários

Há 7 comentários para esta postagem
  1. Ednar Andrade 8 de julho de 2011 21:19

    Ainda para Cellina:

    Cellina, desculpe-me troquei a vogal “a” do teu nome por “e”.

    Obrigada.

    Abraço.

  2. Ednar Andrade 8 de julho de 2011 21:04

    Oreny, querido. Assim é a vida: c´est la vie…

    Cada um na sua nau; cada nau uma nau, não é mesmo?

    Abraço, querido, obrigada.

  3. Ednar Andrade 8 de julho de 2011 21:00

    Celline, Et vivre la vie… Rs…

    Obrigada Celline, abraço.

  4. Ednar Andrade 8 de julho de 2011 20:54

    Jarbas, querido… Rs… Fala sério, vai… Rs… Qualquer dia desses acredito, aí… Vou te chamar para ser parceiro… Rs… Suave abraço, mestre.

  5. Oreny Júnior 8 de julho de 2011 15:21

    nau catarineta enfeitada de bandeirinhas de são joão,
    abs, querida ednar

  6. Cellina Muniz 8 de julho de 2011 14:59

    E viva a vida!

  7. Jarbas Martins 8 de julho de 2011 13:26

    versos levezas que pedem música, Ednar. beijos.

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