Adeste, Fideles / Fiéis, Vinde, Vinde

Adeste, Fideles
(atribuída a Dom João IV, rei de Portugal – 1604/1656)
Adeste, fideles,
Laeti triumphantes,
Venite, venite in Bethlehem.
Natum videte
Regem angelorum.
||: Venite adoremus, :||
Dominum.
En grege relicto,
Humiles ad cunas
Vocati pastores approperant.
Et nos ovanti
Gradu festinemus;
||: Venite adoremus, :||
Dominum.
Stella duce, Magi
Christum adorantes
Aurum, tus, et myrrham dant munera.
Iesu infanti
Corda praebeamus;
||: Venite adoremus. :||
Dominum.
Cantet nunc hymnos
Chorus angelorum;
Cantet nunc aula caelestium:
“Gloria, gloria
In excelsis Deo!”
||: Venite adoremus, :||
Dominum.
Deum de Deo,
Lumen de Lumine,
Gestant puellae viscera,
Deum verum,
Genitum non factum.
||: Venite adoremus. :||
Dominum.
Aeterni Parentis
splendorem aeternum,
Velatum sub carne videbimus;
Deum infantem
pannis involutem.
||: Venite adoremus. :||
Dominum.
Pro nobis egenum
et foeno cubantem,
Piis foveamus amplexibus.
Sic nos amantem
quis non redamaret
||: Venite adoremus. :||
Dominum.
Ergo qui natus
die hodierna
Iesu tibi sit gloria
Patris aeterni
Verbum caro factum
||: Venite adoremus. :||
Dominum.

Fiéis, vinde, vinde.
(versão em português de Marcos Silva)
Fiéis, vinde, vinde,
A Belém, triunfantes,
Pra ver o nascido,
Dos anjos Rei.
Deus que é só luz
Nascido de Virgem.

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Berço de palha,
Pastores se acercam
Vindo felizes
Todos festejar.
Vamos com pressa
E juntos oremos

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Magos da estrela,
Adorando Cristo,
Ouro, incenso
Mira ao Senhor
Para o nascido
De coração pleno

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Coro de anjos
Da Corte Celeste
“Glória a Deus
Nas alturas!”
Hinos sagrados
Celestes benditos

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Deus que é de Deus,
Luz mais que outras luzes,
Deus que é eterno
Para todos nós.
Deus verdadeiro,
Filho, Pai e Espírito.

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Pai que é Eterno
Esplendor Eterno
Por sob a carne
Quem viver verá.
Deus que é criança
Entre panos dorme.

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

E os mais pobres
Dessa Manjedoura,
Nós abraçamos
Com fervor e fé.
Tanto amaremos
Quem nos ama tanto.

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Eis que um dia
Dia consagrado
Glória a Jesus
Nascido entre nós.
Pai que é Eterno,
Verbo em carne feito.

Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
Ó, vinde, adoremos
O Rei dos reis.

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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