Ainda a cultura 2007 (comentários)

Exponho comentário da produtora cultural Cida Campello, sobre o fim do Domingo na Praça e esclareço, Cida: quando disse falta de organização pra o fim do projeto não foi da produção do evento. Realmente me expressei mal e a primeira impressão do leitor é essa. Mas, claro, como já escrevi a respeito, o Domingo na Praça, ao lado do Projeto Seis e Meia, são (ou era, no caso do primeiro) os dois projetos culturais de maior credibilidade e sustentabilidade dentro do cenário potiguar. Infelizmente, a dita Fundação José Augusto parece “ainda” estar arrumando a “casa” no tocante à redução e “organização” dos custos.

Aproveito para preencher mais algumas lacunas deixadas na minha humilde lista, lembradas a pouco: além do MADA, lembrado em comentário de Carlos Farias, cito ainda o Fest em Cena e, lá das bandas de Mossoró, a revista Papangu, o Oratório de Santa Luzia e o trabalho do grupo de teatro popular O Pessoal do Tarará. E se algum mossoroense puder me dar notícia do poeta popular Luís Campos, do qual sou fã, ficaria agradecido.

Eis o comentário de Cida Campello:

Se dependesse de organização, querido Sérgio, saberias que havia acontecido e com qualidade como sempre foi, o nosso projeto Domingo na Praça – RN. Desorganização podes chamar a FUNDação Jose augusto e suas peripécias em deixar de lado e não dar o devido valor a um projeto selecionado a nível nacional. Não foi uma seleção local, Sérgio, foi nacional… infelizmente não tivemos lei de incentivo, (onde o projeto estava adormecido esperando julgamento por parte dos conselheiros), além do mais nem lei existiu, nada… e quando liberaram os 4 milhões, vc ja sabe o que ocorreu. Aceito todas as criticas, mas em nível de organização e comprometimento com tudo que faço aqui na terra de ninguém, essa não aceito não, pq se faço produção cultural é pq sei fazer, me especializei, busquei conhecimento… não carrego só um nome titulo. É sempre bom nos informarmos antes pq as coisas não acontecem por aqui. abraços

Jornalista por opção, Pai apaixonado. Adora macarrão com paçoca. Faz um molho de tomate supimpa. No boteco, na praia ou numa casinha de sapê, um Belchior, um McCartney e um reggaezin vão bem. Capricorniano com ascendência no cuscuz. Mergulha de cabeça, mas só depois de conhecer a fundura do lago. [ Ver todos os artigos ]

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