Allen e a melancolia agradável

Fui ver esse filme mais recente do Woody Allen, Meia-noite em Paris – que, se não chega a empolgar, é um filme que se deixa ver agradavelmente. No início e no final, eu desconfiei que ele tinha topado filmar em Paris só para poder botar uma gravação inteira do Sidney Bechet tocando sax soprano. Me pareceu ser um filme típico do diretor, típico no sentido de não trazer nada de muito novo ou surpreendente, mas também no bom sentido, porque um filme nos padrões do Allen sempre tem a sua boa dose de graça. É o caso desse aqui.

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Comentários

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  1. Lívio Oliveira 22 de junho de 2011 20:10

    Fui conferir o filme. Esse último Allen me surpreendeu. Apesar de algumas repetições de clichês criados pelo próprio cineasta, a beleza do filme e o enredo agradam como se estivéssemos lendo, vivendo um conto-de-fadas.

    Paris tinha que ser mesmo o cenário dessa estória em que o personagem central volta no tempo, em busca de uma “idade de ouro” que está sempre no horizonte dos sonhadores.

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