alta cidade

alma:
lama.

um beco
incrustado
entre os nervos
estalados
e as veias hirtas
da cidade
é sempre
o início
da trama.

Advogado público e escritor/poeta. Membro da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras. [ Ver todos os artigos ]

Comments

There are 13 comments for this article
  1. Marcos Silva
    Marcos Silva 15 de Abril de 2011 9:57

    Poesia!

  2. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 15 de Abril de 2011 10:14

    Muito grato, caro Marcos.
    Olha, esqueci de colocar um detalhe importante: dedico esse poema ao poeta Jairo Lima, que foi o primeiro a ver alguma beleza nesse pequeno texto poético, que escrevi já faz alguns anos. E dedico também à minha amiga dramaturga Cláudia Magalhães, que tem um belo texto dramático (recentemente encenado no TAM) e que trata do mesmo objeto do meu poema mínimo.

  3. Jarbas Martins 15 de Abril de 2011 10:15

    vertical,altivo,retorcido,breve,pobre franciscanamente.abs., meu poeta.

  4. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 15 de Abril de 2011 10:22

    Por ser pobre e fraciscano, tenho tudo. Inclusive a sua generosidade, caro Jarbas. Sou-lhe grato.

  5. Jairo llima 15 de Abril de 2011 10:52

    Há mérito no brilho, apenas justiça em quem o reconhece. Obrigado, poeta e amigo.

  6. carito 15 de Abril de 2011 11:27

    dilúvio de lívio
    tempestade d’alma
    eco do beco.

  7. Lívio Oliveira 15 de Abril de 2011 11:46

    Caro Jairo, bom ler você. Mas, prefiro um dia ver você. Vamos ver se nos reencontramos definitivamente? Abração.

  8. Lívio Oliveira 15 de Abril de 2011 11:54

    Carito, grande figura humana, grande leitor de almas. Está tudo bem, meu amigo. O dilúvio dilívio já estanca. E quero bem a você. Acredite.
    p.s. Você me lembrou de ouvir o disco “Echoes”, do Pink Floyd.

  9. Jairo Lima 15 de Abril de 2011 14:59

    Seria ótimo, Lívio, um bate-papo não virtual com você. Estou à sua disposição quando o amigo quiser e puder.
    Quero celebrar a dedicatória deste grande poema.

  10. Lívio Oliveira 15 de Abril de 2011 16:44

    Providencial, caro Jairo. Vamos nos rever. Abs.

  11. Carlos Gurgel 15 de Abril de 2011 16:46

    embebedai-vos lascivos lacaios das almas!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  12. Lívio Oliveira
    Lívio Oliveira 15 de Abril de 2011 16:54

    Digaí, grande Gurgel!!!!!!! Abração!!!!

  13. Anne Guimarâes 16 de Abril de 2011 18:50

    Lívio, querido…
    Sempre puder ver em você a poesia humana que o mundo necessita.
    É lindo saber que o que sinto é real e imutável.
    Beijos poéticos, meu amigo de letras e espírito.
    🙂

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