Alvo no vôo

Abasteci de pedra a funda de minha baladeira./ E por não viverem mais os pássaros da minha inocência,/ mirei numa certeza que repousava no galho do jatobá./ Errei./ E atingi, sem querer, um casal de verdades que voavam por trás do alvo./Agonizantes, elas caíram aos meus pés. Guardei o bodoque, para não sepultar todas as ilusões.

Ex-Presidente da Fundação José Augusto. Jornalista. Escritor. Escreveu, entre outros, A Pátria não é Ninguém, As alças de Agave, Remanso da Piracema e Esmeralda – crime no santuário do Lima. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Oreny Júnior 6 de maio de 2010 18:10

    Quando criança escolhia galhos da goiabeira, são mais fortes, pois, a força aplicada no alvo era certeiro nos sonhos da infância.
    Abraços

  2. Tânia Costa 6 de maio de 2010 16:30

    Vou guardar com muito zelo. Provavelmente, mais dia menos dia pegarei de empréstimo. Abraços,

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