Amartya Sen e Michael Sandel refletem sobre a justiça

Economista Amartya Sen

Por Luciano Trigo

À primeira vista, a ideia de justiça parece auto-explicativa: todos sabem quando estão diante de uma situação ou atitude injusta, sobretudo quando são afetados por ela; todos sentem – ou deveriam sentir – algum grau de revolta diante das injustiças que acontecem cotidianamente. Dois lançamentos fundamentais mostram que não é bem assim, que a justiça é um conceito muito mais complexo e cheio de zonas cinzentas do que sugere o senso comum. Em outras palavras, mostram que, na maioria dos casos, a decisão entre o certo e o errado é mais difícil do que parece.

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