“Anno Uno”, de Rossellini

ano“Anno Uno adota opções usadas por Rossellini em seus outros filmes “didáticos”, como o uso de extensos diálogos, quase literais, tirados ora de obras literárias, ora de discursos e biografias. Quem se habituou à proposta naturalista do cinema atual pode estranhar. Afinal, hoje todo o mérito é dado ao coloquial. Em Anno Uno, como nos filmes sobre Sócrates, Pascal, Descartes e Agostinho, filósofos perfilados por Rossellini, a fala parece literária. De Gasperi era um mestre da costura de forças contrárias, um conciliador nato. A explicitação dessa arte da política é o que a obra de Rossellini tem de melhor.”(Foto: Glauber e Rossellini) – Luiz Zanin

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