António Lobo Antunes: “Ninguém escreve como eu. Nem eu mesmo”

O autor vivo mais importante da língua portuguesa publica na Espanha ‘Sôbolos Rios que Vão’. É uma transcrição literária, terna e terrível como toda sua obra…

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  1. Jarbas Martins 28 de Janeiro de 2014 22:22

    Disse uma vez aqui que não sou leitor de romances, essas narrativas nascidas sob o signo da burguesia.Li os clássicos de Machado de Assis,algum de Dostoiévski, algum Kafka, algum Thomas Mann, que mais? Devo ao mestre Haroldo de Campos a ventura de ler e reler “Grande Sertão: Veredas”, “Paradiso”, de Lezama Lima e “Rayuela”, de Cortázar.Autores de anti-narrativas que subvertem e ludicamente dialogam com a tradição,Não, não li todo o “Ulisses”, mas de suas vinte primeiras páginas guardo momentos em que a poesia -fêmea caprichosa, como disse Maiakóvski – se entrega misteriosa e nua.Posso dizer que minha leitura fragmentária, de parágrafos da obra canonizada de Joyce, me bastam.Agora, na atualidade, qual o anti-romance que você leu, perguntaria um dos pouquíssimos leitores dos meus comentários.Resposta pronta:”Os Cus de Judas”, de Antonio Lobo Antunes.Quem pôs esse livro em minhas mãos foi Luiz Damasceno, um dos mais criativos leitores que eu conheci.

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