Antonioni

Por Moacy Cirne

Somente um escritor-cinéfilo do porte de Fernando Monteiro seria capaz de captar, em belas palavras, a magia e a semioticidade do cinema de Michelangelo Antonioni. A rigor, um texto que introduz com sabedoria, para aqueles que não conhecem a filmografia do Mestre de Ferrara, o espectador ao universo encantatório de obras como ‘Blow-up’ e tantas outras. Observe-se que a minha particular admiração por Antonioni começa exatamente em Recife, quando vi pela primeira vez, abismado e maravilhado, ‘A aventura’, ‘A noite’ e ‘Eclipse’, entre 1962 e 1964.

UM ABRAÇO EM TODOS.

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