Aos que se revoltam

Por Tânia Lima

Vive-se, no Nordeste brasileiro, uma colonização muito antiga das oligarquias feudais, que seguram o osso do poder, controlam e ditam pela mídia o que querem silenciar ou aplaudir. Essas oligarquias controlam, em pleno século XXI, o que devemos ganhar e o que devemos perder. Miséria de todos os lados, enquanto houver submissão. “Progresso não é prédio; progresso é qualidade de vida”. A revolta que pipoca vez ou outra em Natal-RN é um sinal maravilhoso e não perigoso como nos fazem querer acreditar a mídia – “múmia” desse estado. A minha revolta é contra essas ditas mídias.

FORA, MÍDIA JORNALÍSTICA E TELEVISIVA! A revolta é um bem. A revolta é um começo. E, em meio a tantas lutas, começamos a repensar a política dos Alves, dos Rosados e tantos outros que aí estão no poder atrapalhando o caminho dos novos tempos. Oferecem ônibus sucatas que andam a rastejar, parecem múmias. Por que silenciar? Estudantes revoltados, Sim! Seria por demais perigosos se não fossem revoltados! Nessa cidade, cobra-se por um serviço que não existe. Esperam-se séculos por uma qualidade de vida que não vem. Falta ônibus, falta leito nos hospitais, a educação não funciona. Nada funciona. A incompetência da governadora assombra mais ainda. Ações sem a menor credibilidade. Um povo sofrido, anos de esperar, sabe Deus por que tanta espera. Uma política contra o povo é uma política erva daninha. Uma policia que não trabalha a favor é uma praga terrorista. Polícia é para defender, mas aqui funciona apenas como serviçal das classes favorecidas. O que se observa é que precisamos nos organizar para desorganizar esse que aí estão atravancando o caminho e que venha 2014 com sua copa retrógrada, com sua eleição de cabide. As urnas virão por aí, votem em 2014 nos que se revoltam!

Ps: Vale aqui relembrar um verso de Ana Cristina César: Abaixa, teu jornal, homem!

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