Apogeu e declínio do cinema alemão

“Catorze metros separam o teto do chão do Marlene Dietrich Halle, um galpão de paredes brancas e chão de madeira e cimento cinza em Potsdam.

Entre eles, habitam quase todos os fantasmas do cinema alemão — de Murnau a Riefenstahl, passando por Fritz Lang e Dietrich. E, agora, o do americano Quentin Tarantino.”

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