Aprender com a diferença

Caros amigos:

O texto “O fastio pós-coito”, de Fabio Hernandez, é muito benvindo porque fala de sentimentos masculinos, em geral ignorados ou simplesmente silenciados. Não me sinto autorizado a falar pelos homens em geral – categoria que, possivelmente, não existe. Eu não usaria a palavra “fastio”. Penso que é mais um relaxamento bom, depois que o excepcional estado de dois serem um ocorreu. Mulheres sentem diferentemente dos homens porque homens e mulheres são diferentes. Penso que, ao invés de cobrarmos uma mesma atitude um do outro, o legal é curtirmos a diferença um do outro – antes, durante e depois do coito, na vida inteira.

Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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