As cartas perdidas

Um tesouro guardado no arquivo do escritor Nei Duclós por 35 anos traz por inteiro o jovem Caio F, então com 27 anos, com suas lutas, medos e sonhos, reportando com lucidez e coragem a época e o país em que vivia, a profissão que abraçou e seus complicados habitantes.

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Comments

There are 8 comments for this article
  1. Aguinaldo Maciel 12 de Setembro de 2011 13:28

    Após visitar alguns blogs e ler poetas de Natal, litorais e adjacências, Franklin Jorge concluiu: “A poesia virou pagode”.

  2. Marcos Silva
    Marcos Silva 12 de Setembro de 2011 16:49

    Aguinaldo, eu gostaria de acompanhar o raciocínio analítico e demonstrativo de Franklin. Onde ele foi publicado?
    Na frase que vc pinçou, não dá para se concluir nada. Existem pagodes deliciosos – a poesia virou um pagode delicioso, ritmo e êxtase? Pelo tom da menção, dá para pensar nos maus pagodes – vazio e só. Mas ela sempre poderia virar algo ainda pior, não é? Penso em sensacionalismo, alarde sem sentido e por aí.

  3. Jarbas Martins 12 de Setembro de 2011 18:10

    O ritmo do pagode não está na poesia de Murilo Mendes, esse jogador de diabolô ?

  4. Aguinaldo Maciel 12 de Setembro de 2011 18:45

    Tá na coluna dele no Novo Jornal do último Domingo. Ele explica o porque da sua constatação.

  5. João da Mata
    João da Mata 12 de Setembro de 2011 19:21

    Jarbas, tu toca um pagode amoado.
    To com ciumes do face e do twitter.
    Voce ta ficando mais com eles.
    Segundo Honório voce é inteligente.

  6. Marcos Silva
    Marcos Silva 12 de Setembro de 2011 19:57

    Aguinaldo:

    Li o texto de Franklin e encaminhei para ele a seguinte mensagem:

    Prezado Franklin:

    Li com atenção seu texto. Senti falta de identificação dos alvos. Quem não sabe escrever, quem é exceção?
    O achado de Sylvio Romero possui a graça de um estilo que não dá conta de conceito. Pobreza intelectual proporcional ao número de poetas? Por favor, parece moral do ressentimento por não saber poetar! Eu preferiria que TODO MUNDO fosse poeta. Daí, discutiríamos quem é bom e quem é ruim. Porque não entendo Poesia como sensibilidade e só. Poesia é ter o que dizer e saber como dizer.
    Embora discorde de suas conclusões (até porque elas não identificam quem presta e quem não presta), sou muito grato pela oportunidade que vc oferece de se refletir sobre Poesia.
    Cordialmente:

    Marcos Silva

  7. Jarbas Martins 13 de Setembro de 2011 7:56

    gostei do “pagode amoado”, amigo João. tô pregando no meu twitter a REVOLUÇÃO CULTURAL SEM MAO. a começar pela Cooperativa da UFRN.você é uma alternativa para as próximas eleições.Alex Galeno, também.aliás, este é único craque do PT, na área cultural.pioneiro entre nós nos estudos sobre Antonin Artaud. a vanguarda nativa tinha se esquecido do genial francês.

  8. Jarbas Martins 13 de Setembro de 2011 7:58

    Honório é inteligente, Diógenes da Cunha Lima é que é sabido.

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