As mulheres de Brennand

“Não costumo arriscar o medo e, segundo nos convence o sábio Guimarães Rosa, “o medo tem sempre o tamanho que a gente deseja”. Não pode ser maior do que a medida certa, senão ele nos mata.”

Diários de Brennand

As mulheres de Brennand são pessoas comuns de todas concierges
Fases. Ciclos. Sextas-feiras. Santas. Sangue. Suor e Lágrimas.
Vidas que escorrem em multicamadas de cores e gestos.
O poeta da vida e da volúpia surpreende a cada palheta e tela.
Espreita. Brecha. E nos convida a olhar feito um eterno voyeur
Tons sobre tons de uma aquarela matizada pela paixão
A bela na tela pede para olhar ela: vidente, sonâmbula, viúva.
O Erotismo a serviço da arte de um artista completo.
Ali uma dama de encarnado e o eterno mistério do mundo
Tarcilas, Hécates distantes num eterno dissimular. Vidas
A ambigüidade nunca revelada de uma jardineira. Sombras
Um harém de meninas mulheres ninfas plantadas e regadas (pelos)
nus olhares cúmplices e gulosos de um jardim de delícias

Físico, poeta e professor [ Ver todos os artigos ]

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