Ata-me

Mini conto de Elianne Diz, publicado em seu blog http://lauravive.blogspot.com/

“Semidesperta olha a janela sem cortinas. Adivinha a duna dourada, a cena bucólica. Encolhe-se fugindo do sol que aquece a cama. Cerra os olhos. Ouve ruídos. Alguém faz café. O estômago dói. O corpo tem fome. Ela não.

A vida é laço esgarçado- desfaz-se.

Desatar nós, atar.

Como se a mão que os aperta é frouxa?”

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