Ausência e explicações

Peço desculpa ao amigo leitor pela ausência de ontem. É culpa da tal profissão-repórter. Chego com novidades logo mais.

A despeito de alguns comentários recebidos pelos textos publicados na minha coluna da última terça-feira no Diário de Natal, informo: se detenho algum partidarismo é pela luta justa do dia-a-dia. Simpatizo, sim, com o trabalho realizado pela quase associação Nós do Beco (não a chapa, da qual também não guardo nenhuma antipatia), capitaneada pelo honrado Zizinho.

Na sessão “Assim falou…”, a qual finalizo sempre com algum verso ou frase de figuras da nossa cultura, o Ph inicial do nome de Phabião das Queimadas (cujo verso publicado foi elogiado pelo poeta Diógenes da Cunha Lima, via e-mail) foi proposital. Sabia que alguém comentaria (rs). Está escrito assim nos registros antigos deste personagem tão rico do nosso folclore. Coisa de Ariano, realmente, Diógenes! (rs).

Quanto ao mestre Deífilo, merecedor do maior respeito não só como folclorista, mas como poeta e mais ainda como pessoa, retribuo os agradecimentos. Se me disse que iria guardar o texto junto a outros dois escritos sobre ele, como um da poeta Diva Cunha, informo que guardarei também suas palavras e gestos em algum recanto da memória onde estão também os instantes junto ao dotô Oswaldo Lamartine.

Chego já!

Acredito que música, literatura e esporte são ansiolíticos dos mais eficazes; que está na ralé, nos esquisitos e incompletos a faceta mais interessante da humanidade. [ Ver todos os artigos ]

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