Carlos Gurgel

Author: Carlos Gurgel

Poeta vive da poeira do tempo. Ele se lambuza de paisagens e silêncios. Fabrica sua própria urdidura. Metamorfoseando-se na nomenclatura da rua. Poesia só serve se servida for sangue. De Natal. Sou de Natal, sentindo a agonia do mundo. Poesia aqui eu estou. Que venha e me leve para outro lugar fora da pasárgada. Fui.

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