AZIMUTE

Por Carlos Gurgel

escrevo
do que em mim
respira

se envolve
de fugas e saltos
o meu silêncio

e mesmo
que meus passos
esqueçam

sou
como que vai assim
aos montes.

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Anchieta Rolim 12 de setembro de 2011 13:29

    Eita poema forte…Parabéns Gurgel.

  2. Romana Alves Xavier 12 de setembro de 2011 10:30

    Adorei… Versos que passeiam em nossas calçadas e nos dão vontade de caminhar também…

  3. Ednar Andrade 11 de setembro de 2011 18:46

    “escrevo
    do que em mim
    respira.

    e mesmo
    que meus passos
    esqueçam

    sou
    como que vai assim
    aos montes”

    Em raio x…

    Perfeito,

    Beijos, poeta..

  4. Danclads Andrade 11 de setembro de 2011 18:35

    Bravo!!!!!!!!!

  5. Jarbas Martins 11 de setembro de 2011 12:45

    e a gente vai por aí, mais solto que esse vento tardio de setembro, e se dá com uma poesia com cheiro e cor de capim de várzea – a poesia de Carlos Gurgel. é remédio eficacíssimo contra esse tedioso domingo metido a besta.

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