BANHO DE LUA

O dia queima em raios de diamante
Esbaforido pede um banho de Lua

Abre os veios da tardinha que amanso
Tropel de cães famintos por estrelas
Papaceia, regaceia e mata o enfado.

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Comentários

Há 3 comentários para esta postagem
  1. João da Mata 11 de março de 2011 21:21

    Queridas Ednar e Nina, lindas.
    Sei, sim, como voces entendem
    A papaceia é ela, a estrela vesper
    que acompanha a hora do angelus
    uma hora magica onde beijo voces

    ps. parabens meu querido amigo Tácito
    É pouco para o muito que damos
    Fiquei com pena do seu cheque especial
    cem conto – mas – a sua conta entre nós
    não tem limite.
    abraços fraternos

  2. Ednar Andrade 11 de março de 2011 20:08

    Fins de tarde, Da Mata, são sempre um poema, onde me deito, onde silencio e sonho. Fins de tarde; prenúncio de noite e lua, por aqui é assim, quase sempre… Onde estrelas dizem versos a mim e a ti e a todos os poetas…

    Beijos, querido.

    De ti, saudade.

    Belo poema, querido.

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