Baudelaire e o esprito da coisa

Querido Tácito:

No quarteto de abertura do poema “Ao leitor”, de Charles Baudelaire, usei a forma “esprito” pra garantir a métrica. Desconfio que o corretor automático do blog mudou para espírito. Ou então forças do além interferiram.
Seria mais canônico esp’rito?
Abraços esp’rituosos:

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Ok Marcos. Vou agora mesmo corrigir. Desculpas. Abs.

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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