Benvindo, Shimon

Amigos:

Acho muito bom que Shimon Peres venha ao Brasil. Entendo que os países devem aprender uns com os outros. E não confundo a política oficial de um país e seus momentâneos governantes com seu povo e sua cultura.

Estive em Israel e gostei muito de conhecer um pouco de seu povo e sua gente. Sem querer ofender ninguém, tive a sensação de que judeus e palestinos têm muito em comum: ritmos de canções, danças, comidas… O Islamismo, como se sabe, deriva em grande parte do Judaísmo – tal como o Cristianismo. Irmãos que brigam pelas heranças: normal desde que se sintam irmãos! A condição humana é mais.

Fiquei preocupado com uma frase de Shimon na entrevista aqui reproduzida: “Não vivemos do nosso tamanho mas do nosso cérebro”. Foi mal, todos os seres humanos vivem de seus cérebros! E como ele vem para um país avantajado territorialmente, pode dar a impressão de que o povo daqui não vive de seus cérebros…

Mas discordar e pegar no pé não é excluir: benvindo!

Abraços:

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

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