Bistrôs e projetos culturais

Os bairros filhos da nobreza de Palumbo – Tirol e Petrópolis – têm se enchido de bistrôs e creperias muito charmosas. Arquitetura convidativa, ambientes aconchegantes, gastronomia saborosíssima e preços salgadíssimos. O que é esperado pelo que oferecem.

Mas a grande novidade são os projetos musicais que cada bistrô tem abraçado. O Belle de Jour, por exemplo, reabre agora na mesma Campos Sales após um mês de reforma com a estréia do projeto musical de Simonal Talma e Cris Botarelli: o Jazz Walk.

Pena mesmo são os preços quase inacessíveis para um jornalista juntando grana para projetos pessoais mais urgentes. Mas fica a dica pra quem pode. Tem ainda o Sobradinho, o Douce France, o Dolce Vita. O La Boheme até tentei ir semana retrasada, mas os ares e preços becodalamenses me chamaram mais alto.

A partir de 3 de junho, o Belle de Jour começa em tom de jazz. O bistrô passará a ter o auxílio luxuoso da produtora cultural Camila Pedrassoli – produtora da Rosa de Pedra e do Festival Rock na Rua – na gerência e nos inventivos projetos culturais.

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