Bolaño investiga o mal absoluto

Por Antônio Xerxenesky

RIO – Foi em 1996 que Roberto Bolaño, o falecido autor chileno que está mais em voga do que nunca, lançou o complicado La literatura nazi en América. A obra foi tachada de “romance” pela crítica, que não sabia como classificar aquele curioso livro composto de verbetes onde Bolaño, como um historiador, traçava biografias de escritores latino-americanos fictícios que teriam uma relação direta ou indireta com o regime nazi-fascista.

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