Brasil coloca 31 universidades entre as cem melhores da América Latina

Vista aérea do campus da USP em São Paulo

USP aparece em 1º lugar em ranking de organização britânica.  Unicamp em 3º e UFMG em 10º surgem entre as 10 melhores.

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Comentários

Há 5 comentários para esta postagem
  1. Marcos Silva 5 de outubro de 2011 17:43

    João:

    Não estamos no programa de Sylvio Santos – quem sabe mais, o Marcos ou o João. Nunca lecionei na UFRN nem estou me candidatando a tanto pois tenho emprego e não demorarei a me aposentar.
    Não fiz emenda nem soneto nenhum. Se vc reler, verificará que reiterei o que disse antes. Cadê a emenda?
    Não falei que conheço a UFRN, indiquei tópicos. Vc considera os nomes indicados de baixo nível? Com certeza, existem outros excelentes, por que vc não os indicou? Eu não poderia falar do que não conheço e não o fiz.
    Gosto do trabalho de Tarcísio, sim. Gosto do trabalho de Humberto, sim. Fui convidado pelas Ciências Sociais para apresentar um módulo em curso (o convite veio do Prof. Homero), acho que dei conta do recado e encontrei alunos inteligentes e bem informados. Odontologia já mereceu elogios nacionais – piorou?
    Não é disputa, João. Estou elogiando a instituição onde vc trabalha. Vc prefere que eu diga que a UFRN não presta? Para quê?
    (está tocando “Você não vale nada mas eu gosto de você” no rádio)
    Você vale tanto quanto a UFRN e outras instituiçõe spor onde passou, inclusive a USP.
    Aliás, faltou dizer isso: as universidades ranqueadas e as não ranqueadas não são ilhas, comunicam-se entre si.

  2. João da Mata 5 de outubro de 2011 13:27

    Caro Marcos, sua réplica foi pior que o soneto e mostra o quão pouco voce conhece a nossa UFRN.

  3. Marcos Silva 5 de outubro de 2011 11:29

    João:

    Baixou uma Polyanna em mim: a UFRN está na lanterna das CEM MELHORES! Tem não sei quantas fora da lista!
    Livrando-me do fantasma de Polyanna: não tem pra que exaltação e auto-deslumbramento mas vale a pena verificar que um caminho foi percorrido, muito mais estrada vem pela frente.
    Em minha área ampliada, conheço trabalhos muito bons dos colegas de Estudos Literários, trabalhei com Tarcísio Gurgel e Humberto Hermenegildo de Araújo e considero-os profissionais de alto nível. Li também bons estudos dos colegas de Ciências Sociais. E ouço referências elogiosas a Psicologia.
    Fora de minha área, Odontologia tem boa reputação nacional.

  4. João da Mata 5 de outubro de 2011 9:11

    Sim, é um avanço, mas estamos na lanterna na AL e com relação aos estados vizinhos no que diz respeito a investimentos.
    Ha muito o que avançar. A estrutura física da UFRN melhorou muito, mas falta melhorar a qualidade.
    No Brasil importamos quase tudo que é consumido em tecnologia.

    Leia mais na mátéria abaixo:

    Cidades
    Edição de quarta-feira, 5 de outubro de 2011
    RN na lanterninha do incentivo à ciência
    Aqui é investido cerca de 10% do valor que os estados vizinhos direcionam
    à pesquisa
    Francisco Francerle // franciscofrancerle.rn@dabr.com.br

    O governo do Rio Grande do Norte tem investido no apoio à pesquisa, ao
    longo dos anos, apenas o equivalente a dez por cento do que tem investido
    os estados de Pernambuco, Ceará e Bahia. Enquanto nos últimos três anos,
    esses estados direcionaram entre R$ 30 a 40 milhões, o Rio Grande do Norte
    só estimulou a pesquisa científica e tecnológica com apenas R$ 3 milhões.
    Para se fazer umcomparitivo entre o eixo Sul-Sudeste com o Nordeste, o
    estado de São Paulo direcionou, este ano, em torno de R$ 1 bilhão. Os
    dados foram apresentados ontem pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Rio
    Grando Norte, por ocasião do I Congresso Fapern de Ciência, Tecnologia e
    Inovação que encerra hoje no campus central do IFRN.

    Durante o congresso foram apresentados os resultados de 126 pesquisas
    apoiadas pela fundação em parceria com outros órgãos de fomento nos
    últimos anos. De acordo com a presidente da Fapern, Maria Bernardete
    Cordeiro de Sousa, o Rio Grande do Norte precisa de umvolume maior de
    recursos para que a fundação possa interagir com as secretarias e criar um
    marco estruturante com ferramentas tecnológicas dentro das políticas
    públicas de governo. “Infelizmente, os investimentos têm sido muito poucos
    no estado”, diz. Ela explica que para cada um real que o governo investe
    em pesquisa, a fundação capta dois reais. “Nos últimos anos foram R$ 3
    milhões de reais colocados pelo governo do Estado e a fundação conseguiu
    captar R$ 6 milhões. Atualmente existe acumulado em torno de R$ 14 milhões
    para que o governo coloque as contrapartidas para os projetos poderem ser
    executados”, disse Bernardete.

    Há três semanas, a Fapern elaborou um plano estadual de avanço em ciência
    e tecnologia para os próximos dez anos. Nesse plano, a interiorização da
    pesquisa tem merecido destaque. Bernardete Cordeiro aponta para um recente
    levantamento feito pela Fapern que identificou em torno de dois mil
    doutores concentrados praticamente em Natal, enquanto que a Ufersa tem 200
    e a Uern tem 140. “Precisamos melhor distribuir esses números e
    interiorizar a produção de pesquisa para outros eixos importantes sejam
    estimulados”, disse.

  5. Marcos Silva 4 de outubro de 2011 23:25

    Viram que a UFRN está no ranking? Legal! Pode e deve melhorar mas está no bom caminho.

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