BUSCA

ando descalço
pelo asfalto
o sangue escorre
o canto é triste

palavras
vazias

corro atrás
talvez de uma fuga
do que não sei

em meus sonhos
só os pesadelos
acordam-me do medo
do que amanhã serei

Sou artista visual, fiz várias exposições individuais e coletivas, já participei de salões, palestras, seminários, whorshop, projetos culturais, oficinas de arte, intervenções urbana e etc... Escrevi um livro de poemas "Agonia" que é mais pessoal que poético e gosto do portugues escrito de forma simples onde pessoas com menos formação acadêmica tenham condição de ler e entender. [ Ver todos os artigos ]

Comentários

Há 6 comentários para esta postagem
  1. Anchieta Rolim 26 de fevereiro de 2014 13:51

    Oreny Júnior, é por ai…” A ânsia de uma não busca, talvez de um reinvenção, inversão.” Massa demais, poeta!

  2. Anchieta Rolim 25 de fevereiro de 2014 10:12

    Valeu, amigo Danclads. Grato pelo comentário e leitura. Um abração!

  3. Oreny Júnior 25 de fevereiro de 2014 10:07

    É isso, Anchieta
    A ânsia de uma não busca, talvez de um reinvenção, inversão.
    Abração!

  4. Danclads Andrade 24 de fevereiro de 2014 22:42

    Um poema forte, traço característico do poeta, com traço kafkiano:

    “corro atrás
    talvez de uma fuga
    do que não sei”.

    Gostei, poeta!

  5. Anchieta Rolim 24 de fevereiro de 2014 16:14

    Meu amigo, Jarbas Martins, obrigado pela leitura e comentário. Um abração, poeta!

  6. Jarbas Martins 24 de fevereiro de 2014 14:45

    poesia forte, mas despojada em sua linguagem. gostei tanto deste poema, ANCHIETA ROLIM, quanto do poema CAOS, que aacabo de ler e comentar no Facebook.abraços, grande amigo.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

ao topo