Caio 68

Por Nonato Gurgel

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Comentários

Há 7 comentários para esta postagem
  1. Nonato Gurgel 11 de junho de 2011 16:46

    Caro Jarbas Martins

    Saudades de vc, João e Veríssimo.
    Lembro sempre das narrativas que ouvi do Vivi num restarante cheio de pássaros, ali na curva da Hermes da Fonseca. Ele almoçava lá e eu morava em frente, ao lado do Mercado de Petrópolis.

    Lindos anos 90, quando vc anotou num antigo caderno meu um verso
    do seu Soneto de novembro. Ou seria outro título?

    Abraços
    Nonato Gurgel

  2. Jarbas Martins 11 de junho de 2011 9:49

    Bem-vindo, Nonato Gurgel, poeta apresentado a mim por João Batista de Morais Neto e Veríssimo de Melo.

  3. Nonato Gurgel 10 de junho de 2011 23:29

    Edjane, Carlão e Nabuco

    Fiquei surpreso e feliz com o meu texto aqui no Substantivo, e com os
    comentários decentes de voces. Agradeço a todos e desejo força e fé.

    Abraços
    Nonato Gurgel

    Olá Tácito, quem é mesmo o Nabuco Pessoa?

    • Tácito Costa 11 de junho de 2011 6:54

      Nonato, não sabemos. Inclusive, ele ainda meio sumido. Mas pelo pouco que escreveu aqui trata-se de um intelectual muito preparado. abs e volte sempre.

  4. carlos de souza 6 de abril de 2011 9:56

    Que Nonato Gurgel volte mais vezes a este nosso terreiro.

  5. Edjane Linhares 6 de abril de 2011 8:52

    Nonato é um excelente escritor. Também nos presenteia com pérolas como esta

    ” enquanto seu nome não vem

    Leciona o deserto e suas metáforas. Lê as figurações do deserto – os seus vazios, deslocamentos, suas senhas e superfícies. Sinais do deserto. A terra dos homens. O deserto – o cansaço da terra.

    O que seria do deserto sem os recomeços e as repetições? Quem habita o deserto e sua espera, lembra? Esqueceu o nome? Dizer o nome é sinal de que aceitamos ser mortais e vulneráveis, Suntag? Travessia da espera anunciada, enquanto seu nome.”

    em seu blog: http://linguadope.blogspot.com/

    Um abraço.

  6. Nabuco Pessoa 5 de abril de 2011 16:01

    Papa fina!
    Nonato Gurgel escrevendo sobre Caio Fernando Abreu.
    Salvei para degustar com muita calma.

    Saudações ao Nonato, lembranças de Jardim do Piranhas, idos dos 80’s.

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