Canto cerimonial de visitação à tua hora

Jairo Lima

urnas de luz em ar transfiguradas
sal evocado em flautas, mar em Semblante de ecos
canto o fio da navalha que se intercala no Sim
imenso Ontem predador da Tua agora
a pele devastada em trevas acende sílabas às margens da Tua hora
já Te vejo refletir nos vidros incruentos deste vento
o mar de signos reflue na quilha da tua pele
e escava o Lã dos Teus verdes
imenso Agora lejano – Tua manhã esplêndida És,sim.
extrema madrugada faz do meu Vejo-te um cálice vibrando entre silêncios

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Leia o poema completo aqui

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