Carnavais do passado II

Dama das Camélias
(João de Barro e Alcyr Vermelho)

A sorrir você me apareceu
E as flores que você me deu
Guardei no cofre da recordação

Porém depois você partiu
Prá muito longe e não voltou
E a saudade que ficou
Não quis abandonar meu coração

A minha vida se resume
Oh! Dama das Camélias
Em duas flores sem perfume
Oh! Dama das Camélias.

Nasci em Natal (1950). Vivo em São Paulo desde 1970. Estudei História e Artes Visuais. Escrevo sobre História (Imprensa, Artes Visuais, Cinema Literatura, Ensino). Traduzo poemas e letras de canções (do inglês e do francês). Publiquei lvros pelas editoras Brasiliense, Marco Zero, Papirus, Paz e Terra, Perspectiva, EDUFRN e EDUFRJ. Canto música popular. Nado e malho [ Ver todos os artigos ]

Comments

There are 4 comments for this article
  1. Marcos Silva
    Marcos Silva 3 de Março de 2011 11:02

    DAMA das camélias!
    Mas uma cama das camélias é muito atraente.

  2. Tácito Costa
    Tácito Costa 3 de Março de 2011 11:21

    Na pressa, fazendo várias coisas ao mesmo tempo, não percebi o erro, e ainda fui no Google atrás da música, cravei “cama das camélias”, e, claro, a música não apareceu – rs.

  3. Ednar Andrade
    Ednar Andrade 3 de Março de 2011 11:36

    Mas, agora que apareceu, este sorriso de Caetano valeu.

    Beijos, Tácito.

    Valeu, Marcos. Já é carnaval… Rs…

    Bela postagem.

  4. Marcos Silva
    Marcos Silva 3 de Março de 2011 12:01

    Conheci essa belíssima marcha-rancho numa execução da Banda do Corpo de Fuzileiros Navais do Rio de Janeiro. O disco, dos anos 50, incluía muitas outras marchas carnavalescas, bem tocadas e com um coro masculino muito afinado.
    João de Barro é o que há de bom. Bastaria ter composto “Anda, Luzia” para ser considerado grandioso.

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