Cartas de um herói ressentido

Por Luciana Christante

Análise das missivas de Simón Bolívar, um dos maiores ícones da independência da América Latina, revela o esforço de um homem frustrado para salvar sua honra e ser idolatrado pelas gerações futuras.

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Comentários

Há 2 comentários para esta postagem
  1. Maria Félix Silva 6 de maio de 2011 9:22

    Um homem raro no continente sul-americano… Vaidoso, perocupado com o que a posteridade pensaria dele, ressentido? Bah! O que importa é o seu legado. Viva Bolívar!

  2. Danclads Lins de Andrade 5 de maio de 2011 18:20

    Com toda certeza, um mito contraditório em si e muito, muito vaidoso. Certa feita, em reunião com o libertador da Argentina, Gal. San Martin, promoveu um brinde: “Aos dois maiores homens da América do Sul: o Gal. San Martin e eu”. Esta frase diz tudo sobre sua vaidade. Mas, tinha do que se envaidecer. Afinal, quem, abaixo do Equador, libertou tantos países? E se morreu ressentido, incompreendido, as gerações futuras lhes redimiram.

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